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Memória de bactéria

Eu nunca entendi porque da expressão “memória de elefante”, mas atualmente tenho lido algo muito mais interessante: Bactérias armazenando dados. Ao que parece isso está sendo desenvolvida já há alguns anos porém, nunca vimos em funcionamento pois, como qualquer novo invento, precisa ser muito bem testado antes de chegar a público. Imagina só se uma bactéria dessas resolver ter amnésia e “esquecer” o seu TCC dias antes da apresentação? Por isso passaram cerca de sete anos testando a tecnologia antes de levá-la à imprensa.
Agora, uma lista de coisas que me vem a cabeça quando falamos desse tipo de assunto:
  • Em primeiro lugar, seria possível ao disco expandir seu tamanho simplesmente multiplicando a quantidade de bactérias dentro dele, ou será que não há espaço físico lá dentro para que isso aconteça?
  • Quais seriam as chances de uma bactéria dessas “morrer solteira” e não deixar um herdeiro com seus dados?
  • E as possibilidade de parasitismo? Imagina só se por algum infortúnio do destino, esse disco seja “infectado” por alguma outra bactéria “inimiga” dessa que nos ajudaria. Isso me leva a pensar como seria a nova leva de vírus para computador, talvez sejam vírus de verdade, vivos, ou então instruções mandando as bactérias se matarem feito Lemmings.

Não que eu seja descrente a essa tecnologia, mas acredito que ainda tem muito em aberto antes de se tornar algo maduro o suficiente para sair da prancheta. Agora, caso isso ainda leva tempo, pelo menos podemos nos contentar com uma afirmativa: Não teremos que dar ração aos nossos HD’s!

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