É, Mr. Anderson…
Me lembro de quando eu comecei a me ambientar nessa tal de internet. Depois de passar alguns meses nas tão ilustres BBS’s (que acredito não existir mais nenhuma hoje) apareceu a notícia de que algumas das mais importantes universidades haviam desenvolvido uma forma revolucionária de se comunicarem em rede, e que isso estava sendo aberto a público (talvez hoje se arrependam dessa parte).Por meados de 1996, 1997 conseguimos nossa primeira assinatura de internet com um maravilhoso modem de 14400 bps. Era lindo! Tudo funcionava tão bem! Facilitou a busca de material pra trabalhos escolares, conseguia-se conhecer novos aplicativos, voltar a ter contato com parentes distantes, e mais tarde até comprar sem sair de casa!
Mas como tudo que é bom dura pouco, em alguns anos a qualidade começou a decair. Cada vez maior se tornou a quantidade de sites com conteúdos pornográficos, ilegais e a quantidade massiva de propagandas tornou a internet um outdoor maior do que São Paulo ou Nova Iorque. Em pouco tempo, o que era um centro de pesquisas se tornou um depósito de lixo totalmente vandalizado, e isso não para.
Todo dia nascem boas idéias que são jogadas por água abaixo pelos cyber-vândalos. Vide orkut, youtube (que parece ainda sobreviver um pouco ao vandalismo), Mercado Livre…
Sites que tinham um excelente futuro, mas tornaram-se alvos de golpistas, pedófilos, pirateiros e outros ligados a esses marginais da sociedade plugada.
Li recentemente a respeito de uma nova sensação do momento, um tal de Second Life. Um jogo online onde não se faz nada além de viver. Sem nenhum objetivo principal, apenas ser outra pessoa qualquer. Achei interessante a matéria, falava sobre uma empresária de sucesso, ficando cada vez mais rica e famosa (tudo isso dentro do jogo) e pensei em experimentar. Puxei o pacote cliente, relativamente pequeno (aproximadamente 30 megas para os clientes do Bill Gates e uns 80 para os do Steve Jobs. Ainda não tem um software para entusiastas do Linus Torvalds), criei minha conta, comecei a criar o personagem e logo estava online.
Depois de uma meia hora jogando já começa a aparecer o vandalismo. O mais impressionante foi encontrar uma cidade inteira apenas e somente lidando com artigos pornográficos. Como instalar genitalias nos seus personagens, seções de sexo nas mais diversas poses e todos os artigos disponíveis em um sex shop comum estavam lá também.
Nessas horas que lembro de meu amigo Agente Smith, quando comparava o ser humano a um virus, destruindo tudo o que encontra…
Mas como tudo que é bom dura pouco, em alguns anos a qualidade começou a decair. Cada vez maior se tornou a quantidade de sites com conteúdos pornográficos, ilegais e a quantidade massiva de propagandas tornou a internet um outdoor maior do que São Paulo ou Nova Iorque. Em pouco tempo, o que era um centro de pesquisas se tornou um depósito de lixo totalmente vandalizado, e isso não para.
Todo dia nascem boas idéias que são jogadas por água abaixo pelos cyber-vândalos. Vide orkut, youtube (que parece ainda sobreviver um pouco ao vandalismo), Mercado Livre…
Sites que tinham um excelente futuro, mas tornaram-se alvos de golpistas, pedófilos, pirateiros e outros ligados a esses marginais da sociedade plugada.
Li recentemente a respeito de uma nova sensação do momento, um tal de Second Life. Um jogo online onde não se faz nada além de viver. Sem nenhum objetivo principal, apenas ser outra pessoa qualquer. Achei interessante a matéria, falava sobre uma empresária de sucesso, ficando cada vez mais rica e famosa (tudo isso dentro do jogo) e pensei em experimentar. Puxei o pacote cliente, relativamente pequeno (aproximadamente 30 megas para os clientes do Bill Gates e uns 80 para os do Steve Jobs. Ainda não tem um software para entusiastas do Linus Torvalds), criei minha conta, comecei a criar o personagem e logo estava online.Depois de uma meia hora jogando já começa a aparecer o vandalismo. O mais impressionante foi encontrar uma cidade inteira apenas e somente lidando com artigos pornográficos. Como instalar genitalias nos seus personagens, seções de sexo nas mais diversas poses e todos os artigos disponíveis em um sex shop comum estavam lá também.
Nessas horas que lembro de meu amigo Agente Smith, quando comparava o ser humano a um virus, destruindo tudo o que encontra…
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30/11/2006 as 12:04
É Fred, o vandalismo real e virtual provam que possuímos algumas formas de vida nocívas entre nós.. Quando são vírus, estes são eliminados… quando são pessoas? Sei lá..
19/12/2006 as 10:45
Existe uma versão Alpha para o Pinguim do Second Life, essa semana vou tentar botá-la para rodar na minha máquina.
Legal seu blog, abraços!
21/12/2006 as 16:03
É meu amigo….Infelizmente as pessoas não sabem lidar com a tecnologia de uma forma saudável;
De uma forma benéfica para elas mesmas…Tem sempre aquele ou aquela que insiste em “poluir” nosso meio de distração,ou diversão,ou até mesmo de uma forma profissional.