Liberdade-fobia
Veja só que engraçado, todas as pessoas sonham com liberdade, porém mais da metade delas quando tem a opotunidade de abraçá-la, simplesmente a abandonam.
O projeto computador para todos do governo brasileiro está indo de vento em popa, estão sendo vendidos quatro vezes mais computadores e superamos a marca de mais da metade deles serem legais, com nota fiscal e etc. Dentro do plano do governo, vale lembrar, inclue-se que todos os PC’s saiam de fábrica com sistema operacional GNU/Linux, código aberto, livre. Porém a grande maioria das pessoas, ao chegar em casa com o novo pc no carro (ou no ônibus) a primeira coisa que faz é formatar e por uma versão pirata de qualquer sistema operacional proprietário, pago, de arquitetura fechada contribuindo assim com a pirataria e além disso com a própria escravatura.
Outro dia estava eu comentando a respeito de GNU/Linux com um colega e meu pai logo que ouviu a conversa arrepiou os pêlos do corpo em expressão de susto e medo. Logo em seguida estava ele deturpando a imagem do software livre “Ele é dificil de usar, não tem softwares compatíveis, ninguém usa” etc, etc. Deu o que fazer pra mudar esse tipo de imagem. Parece que a simples mensão de software livre as pessoas se fecham em um casulo. “De graça, nem injeção na testa” deveria ser o ditado. O que é mais caro necessariamente é o melhor? Acho que é a idéia que vive na cabeça de muitos porém, sem dinheiro pra pagar pelo mais caro, roubam este e utilizam.
Sou contra a pirataria e também contra o software proprietário. Já disse em outro post e volto a comentar: “O software livre é bom pois é feito por quem gosta ou por quem precisa que ele funcione assim”, dessa forma temos muito mais dedicação do que uma série de pessoas tentando cumprir prazos e sendo pressionados por seus superiores poderiam nos dar.
Felizmente ainda há salvação para essas pobre almas que se auto-escravizam.
Ontém demonstrei meu sistema Debian rodando com gráficos do Beryl a um amigo e ele ficou maravilhado em como aquilo é bonito e ainda perguntou “Esse é o Vista?” e não medi esforços ao responder “Não, muito melhor que isso, é meu Debian GNU/Linux!” e mesmo sem nunca ter usado um sistema open, ele fez questão de frisar como era mais seguro e como em sua empresa todos os servidores rodavam linux.
Outra situação interessante foi hoje cedo, quando troquei o navegador de internet de algumas funcionárias da empresa pelo Firefox, e muitas delas nem notaram a diferença.
Resumindo: Podemos nos aproveitar daqueles cujo contato com a informática ainda é pouco, e ensiná-los sobre essa linda filosofia que é o código aberto, e para os veteranos, o que podemos fazer é deixá-los com seus programas fechados porém, tomar cuidado quando estes conversam com os mais novos, para que não estraguem os novos frutos.
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quinta-feira, fevereiro 22nd, 2007




Acho que um dos segredos mais bem guardados da humanidade é a fórmula da
Depois de saber 

